domingo, 12 de dezembro de 2010

Ilhas Kiser


Não sei como se sentem bem falando de angustia
De problema, de ou usa ou não usa
Quem interfere em meu discurso saliente
Pode muito bem rir enquanto Deus cuida da gente
Faz Sentido mais uma noite com música no ouvido
Pra alimentar e resgatar a busca da paz
Que paz? O que é paz? Lembra calmaria, vive noite e dia no peito
Do sábio homem que luta pra poder comer e saciar a sua sede
Quem se importa com ele além de um atencioso anjo?
Perseguido por tentações, amargurado pela mudança de planos
Formou grande legião após a chegada do exército armado de malicia
Orgulhando-os com seu novo ponto de vista, atingiu nosso mundo
Queria desenvolver uma ideologia com conteúdo explorador
Fez da moeda substituição de status e dor .
Aquele carpinteiro ancião tinha ouvido falar e capotou ao sentir-se isolado
Pois observava a nova era e tudo tinha realmente mudado
Enforcado em seu passado sofreu como um mago feiticeiro conhecido
Mal entendiam as suas palavras da ultima vez que foi visto
Diziam que ele havia encontrado o berço da loucura e lá se sentiu confortado
pois a fuga da consciência fez do seu caminho um mundo encantado
sem labirintos, sem novos personagens ele sentia-se preparado
A enfrentar qualquer desafio, de vez em quando passavam flash backs
da sua viagem com a esposa no navio ilhado em 1786 na Ilha Kiser
perto do novo México  a quilômetros avistaram as Ilhas Virgens
como poderia ser diferente se mais ou menos um ano atrás viu se criar
uma sociedade  que de tão longe  já não se pôde confiar,  pra onde olhar
pra contemplar o belo? Será que é certo continuar levando flores ao cemitério?
Oh! Como eu quero! Minha linda mulher passando longe desses cogumelos
Fez diferente,  tirou o sorriso do teu rosto não esta mais contente
Sinceramente, quem é que entende realmente a vida da gente?


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